sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Minha história de Berlim
Momento 1: Com uns 12 anos de idade quis ser escritora e esbocei três pequenas histórias, uma delas, em parceria com uma amiguinha de colégio, chamada O Muro de Berlim. Era sobre um jovem casal que tinha sido separado pela divisão da cidade. Eu gostei especialmente desse texto, tanto que me lembro de detalhes dele até hoje.
Momento 2: Quando estava na 8° série, vi o vídeo do Pedro Bial cobrindo a queda do Muro de Berlim. Ele estava no muro, com um monte de gente em volta, emocionado até. Achei aquilo o máximo. Estar alí, vendo a História, fazendo história. Decidi o que queria ser da vida: jornalista. (Infelizmente, não achei o vídeo no youtube, o que me fez até duvidar da existência dele. Talvez minha memória tenha confundido os atores principais, talvez o jornalista seja outro, mas enfim, o importante é que foi com essa cena que escolhi minha profissão).
Momento 3: Durante uma aula de francês na Bélgica o tópico são alguns momentos históricos, entre eles, a Copa do Mundo de 2002 (Brasilsilsiiiiiill) e a queda do muro de Berlim. Uma colega alemã conta suas lembranças do dia. Ela era criança e queria assistir ao seu desenho animado favorito, mas todas as emissões foram interrompidas para mostrar as imagens da derrubada da parede. Ela e a irmã reclamam, mas o pai avisa que esse é um evento que muda o mundo, um dia histórico.
Momento 4: Réveillon de 2011/2012, eu finalmente visito Berlim e vejo tudo isso com meus próprios olhos. E mais: realizo outro de meus pequenos grandes sonhos, pego uma pedra legítima do muro!!! Minha, só minha.
A despeito de todas essas vezes que a História de Berlim cruzou a minha história, essa nunca foi uma cidade que tive especialmente vontade de conhecer. Isso mudou quando cheguei à Europa e perdi a má impressão que tinha dos alemães. A oportunidade surgiu e não poderia ter sido de melhor maneira: passar um dos revéillons mais famosos do mundo no Portal de Brandenburg com minha queridíssima amiga de faculdade, Érika.
Conseguimos um hostel que tinha jeito de hotel, ficamos sozinha no quarto e só dividimos o banheiro com um casal, super tranquilo. O local era meio árabe, mas tá valendo! hehehe
A primeira descoberta foi um tanto quanto decepcionante: os berlinenses não falam inglês, ou porque não sabem ou porque não querem. Isso dificultou um pouco (muito) nossa vida, principalmente levando em conta que as linhas de metrô de lá são complicadíssimas. Minha sorte é que a Érika é boa de mapa! hehehe
Nosso primeiro ponto turístico visitado foi o Muro. Fomos até a West Side Gallery, mas a verdade é que tem pedaços por toda a parte. Onde quer que andávamos, esbarrávamos numa parede. Algumas coloridas, grafitadas, outras cinzas e algumas com chiclete (eca! não gostei!). Como sempre, eu fiquei toda boba de estar em um monumento tão importante historicamente e deixei minha marca. Estive lá!!! :)
A parte do muro que mais gostei é um pouco mais afastada da cidade. Tem tipo um museu a céu aberto que relata diversas tentativas de fuga, umas bem-sucedidas e outras fatais.
Aliás, museu é o forte de Berlim. São inúmeros e cada um deles, enorme. Você passa horas lá dentro e não vê tudo. Sobre a história da Alemanha, a Segunda Guerra Mundial, o Muro. O Museu Judaico é excelente. Além de falar sobre o holocausto, conta bastante a tragetória do povo, seus costumes, religião. Gostei!
Falam também que a noite de Berlim é ótima, mas isso não posso dizer. Nao conseguíamos achar um barzinho de jeito nenhum, mas acabamos num Karaokê divertidíssimo e num restaurante grego, pensando que era pizzaria! Valeu pq foi a primeira vez q fui a um restaurante grego! hehehe
Apesar da arquitetura berlinense não me chamar a atenção, no centro tem alguns prédios bem bonitos: com destaque para a ilha dos museus, a Universidade onde estudaram Marx e Einstein e a Catedral, uma das mais lindas que já visitei.
Pra quem não tinha nenhuma expectativa, descobri que Berlim é bem mais que um muro.
domingo, 8 de janeiro de 2012
Um ano se passou...
Um ano de Europa se passou e 2012 chegou. Quanta coisa aconteceu! É impressionante como um ano que passou tão rápido pôde ser tão produtivo. OK, a gente sempre diz que o ano vôou, mas, de verdade, esse foi o mais rápido da minha vida e mesmo assim consegui fazer tanta coisa que é quase inacreditável.
Como resumir, então, esse ano?
Começou numa total indefinição. Quando me aventurei a vir para cá não tinha persperctiva de nada. Tinha um passaporte francês, um irmão acolhedor e muita vontade de morar na Europa. Só isso! Ok, não posso dizer SÓ isso. Tudo isso já é bem mais do que a maioria dos imigrantes tem quando saem do Brasil.
E foi com isso que aprendi minha primeira lição europeia: descobri que consigo caminhar muito bem com meus próprios pés, mas que ninguém chega a lugar nenhum sozinho. Vim para cá em busca da minha independência e a encontrei, mas sou feliz porque entendi que ser independente não é dizer: eu não preciso de ninguém. Na verdade, não há nada melhor no mundo do que contar com uma família e amigos que te apoiam. Por isso, aqui vão meus agradecimentos de coração para algumas das pessoas que fizeram meu sonho europeu possível: minha mãe, porque mesmo sem concordar plenamente com minha loucura, fez todo o possível para que desse certo, meu irmão e minha cunhada Jô, por me acolherem tão calorosamente e por serem meus amigos em todos os momentos, minha irmã Didy que sempre foi e continou sendo meu porto-seguro e conselheira-mor, ainda que via webcam, aos amigos que fiz em Amsterdam, quando ainda estava sem emprego e sem muita ideia do que fazer, a Ludy e ao Diego, pela lista infinita de favores, e aos outros amigos na Bélgica, que fazem do meu dia-a-dia muito mais feliz.
Findados os agradecimentos (pelo menos por enquanto!), continuemos...
Depois dos primeiros meses de indefinição, arranjei meu primeiro emprego, como Au Pair na Bélgica. Quando aceitei esta proposta não tinha a menor ideia de quem era a família com que eu iria morar e o que eu iria fazer, só precisa arranjar uma maneira de me sustentar. E foi assim que aprendi minha segunda lição: Deus está no controle. De TUDO. SEMPRE.
Embora não possa dizer que minha conduta como cristã tenha sido impecável desde que cheguei à Europa, posso garantir que minha fé triplicou. Acho que quando se está "on your own", o cuidado divino fica ainda mais evidente. Durante este ano, pude ver claramente a providência divina agindo em minha vida. Apesar de todas as incertezas e dificuldades, Deus tomou conta de mim em todos os momentos e providenciou as soluções certas, no momento certo. Tenho certeza que toda a minha caminhada na Europa foi maravilhosamente conduzida pelas mãos do Pai."Eu te agradeço, Senhor, pelo carinho, pelo amor, pelo cuidado que tens por mim".
Com o primeiro emprego garantido e o dinheiro começando a chegar, veio também as melhores experiências: as viagens. Nesses 12 meses, tive a oportunidade de conhecer 8 países e inúmeras cidades. Não tenho palavras para descrever como é bom viajar, conhecer lugares lindos, culturas diferentes, pessoas interessantes... é até difícil (aliás, impossível) escolher a melhor, mas vou destacar duas:
1 - a primeira vez que fui à Paris. Esse era o sonho da minha vida e para realizar um sonho, a gente faz loucuras. E valeu mt a pena! Eu não parava de sorrir, fiquei assim por dias. Quando eu me vi de frente pra Torre Eiffel, foi um dos melhores momentos da minha vida.
2 - minha primeira viagem à Londres. Por tudo que incluiu. Pela cidade que é incrível, pelos ingleses que são muito educados e gentis e, lógico, por ter encontrado a Tati. Londres me surpreendeu, é muito mais do que eu imaginava. Me encantou totalmente.
Tantas viagens, mais uma lição, a terceira: o mundo não é tão grande quanto parece! É possível alcançar nossos sonhos e ir muito além. Conheci lugares que sonhei por anos e muitos outros que nem imaginava. E ainda tem mais por vir, se Deus quiser!!! :)
Entre tantas viagens, mudei de emprego, duas vezes. Passei por uma família inglesa e agora estou numa francesa, com quem fico até minha volta ao Brasil. (se Deus quiser, novamente!)
Trabalhar como Au Pair parece fácil, mas nem sempre é. Tem que ter paciência, muuuita (e olha que eu amo crianças, mas eles podem ser bem estressantes). Além disso, você ganha uma família que não é a sua, o que pode ser complicado, às vezes. Cada família que eu trabalhei era bem diferente da outra e eu aprendi muito em todas elas. Acho que vou ser uma mãe muito melhor e lição quatro: nunca mimar meus filhos!
Como Au Pair, tenho direito a estudar um idioma e não poderia ser outro que não o francês. Eu amo essa língua e sempre morri de vontade de aprender. Sem contar que é o idioma da minha mãe e da minha segunda nacionalidade. Aprender francês tem sido um desafio, mas é uma delícia. Quando cheguei aqui não sabia falar uma palavra e agora já consigo conversar razoavelmente bem. Muito legal!
Além do trabalho como Au Pair, outros empregos foram surgindo. Há alguns meses estou trabalhando para uma revista brasileira na Bélgica, a ABClassificados. Quando a oportunidade surgiu, eu fiquei mega empolgada. Iria excercer minha profissão do jeito que mais quis desde que entrei na faculdade, em um impresso mensal. Mas já no primeiro mês, eu tive vontade de desistir. A dona da revista é de longe a chefe mais louca com quem já trabalhei. Pressão pouca é bobagem!!! Mas aí veio a quinta lição: dê tempo às pessoas e tenha paciência com elas. Elas podem se mostrar melhores do que você pensava. Apesar de todo o stress e de ter um modo de gerenciar que eu não concordo, perbeci que minha chefe é uma boa pessoa e que trabalhar com ela não precisa ser um pesadelo, basta entender que ela é assim e não levar as coisas pro lado pessoal. Manter a cabeça fria, abstrair os defeitos e focar nos pontos positivos sempre ajuda.
Por último, apesar de já estar mega-atarefada com meus empregos, resolvi realizar mais um dos grandes desejos da minha vida: fazer um trabalho voluntário. Estou ajudando na área de comunicação de uma ONG que dá suporte a outras ONGs de ajuda a crianças com Espinha Bífida e Hidrocefalia. Meu primeiro job é traduzir o site do inglês por português. Desafio para mim, mas ótimo para melhorar meu idioma. Última lição (pelo menos por enquanto): sempre arranjar tempo para fazer algo que me dá prazer e no qual eu acredite, a satisfação é enorme e compensa.
Como resumir, então, esse ano?
Começou numa total indefinição. Quando me aventurei a vir para cá não tinha persperctiva de nada. Tinha um passaporte francês, um irmão acolhedor e muita vontade de morar na Europa. Só isso! Ok, não posso dizer SÓ isso. Tudo isso já é bem mais do que a maioria dos imigrantes tem quando saem do Brasil.
E foi com isso que aprendi minha primeira lição europeia: descobri que consigo caminhar muito bem com meus próprios pés, mas que ninguém chega a lugar nenhum sozinho. Vim para cá em busca da minha independência e a encontrei, mas sou feliz porque entendi que ser independente não é dizer: eu não preciso de ninguém. Na verdade, não há nada melhor no mundo do que contar com uma família e amigos que te apoiam. Por isso, aqui vão meus agradecimentos de coração para algumas das pessoas que fizeram meu sonho europeu possível: minha mãe, porque mesmo sem concordar plenamente com minha loucura, fez todo o possível para que desse certo, meu irmão e minha cunhada Jô, por me acolherem tão calorosamente e por serem meus amigos em todos os momentos, minha irmã Didy que sempre foi e continou sendo meu porto-seguro e conselheira-mor, ainda que via webcam, aos amigos que fiz em Amsterdam, quando ainda estava sem emprego e sem muita ideia do que fazer, a Ludy e ao Diego, pela lista infinita de favores, e aos outros amigos na Bélgica, que fazem do meu dia-a-dia muito mais feliz.
Findados os agradecimentos (pelo menos por enquanto!), continuemos...
Depois dos primeiros meses de indefinição, arranjei meu primeiro emprego, como Au Pair na Bélgica. Quando aceitei esta proposta não tinha a menor ideia de quem era a família com que eu iria morar e o que eu iria fazer, só precisa arranjar uma maneira de me sustentar. E foi assim que aprendi minha segunda lição: Deus está no controle. De TUDO. SEMPRE.
Embora não possa dizer que minha conduta como cristã tenha sido impecável desde que cheguei à Europa, posso garantir que minha fé triplicou. Acho que quando se está "on your own", o cuidado divino fica ainda mais evidente. Durante este ano, pude ver claramente a providência divina agindo em minha vida. Apesar de todas as incertezas e dificuldades, Deus tomou conta de mim em todos os momentos e providenciou as soluções certas, no momento certo. Tenho certeza que toda a minha caminhada na Europa foi maravilhosamente conduzida pelas mãos do Pai."Eu te agradeço, Senhor, pelo carinho, pelo amor, pelo cuidado que tens por mim".
Com o primeiro emprego garantido e o dinheiro começando a chegar, veio também as melhores experiências: as viagens. Nesses 12 meses, tive a oportunidade de conhecer 8 países e inúmeras cidades. Não tenho palavras para descrever como é bom viajar, conhecer lugares lindos, culturas diferentes, pessoas interessantes... é até difícil (aliás, impossível) escolher a melhor, mas vou destacar duas:
1 - a primeira vez que fui à Paris. Esse era o sonho da minha vida e para realizar um sonho, a gente faz loucuras. E valeu mt a pena! Eu não parava de sorrir, fiquei assim por dias. Quando eu me vi de frente pra Torre Eiffel, foi um dos melhores momentos da minha vida.
2 - minha primeira viagem à Londres. Por tudo que incluiu. Pela cidade que é incrível, pelos ingleses que são muito educados e gentis e, lógico, por ter encontrado a Tati. Londres me surpreendeu, é muito mais do que eu imaginava. Me encantou totalmente.
Tantas viagens, mais uma lição, a terceira: o mundo não é tão grande quanto parece! É possível alcançar nossos sonhos e ir muito além. Conheci lugares que sonhei por anos e muitos outros que nem imaginava. E ainda tem mais por vir, se Deus quiser!!! :)
Entre tantas viagens, mudei de emprego, duas vezes. Passei por uma família inglesa e agora estou numa francesa, com quem fico até minha volta ao Brasil. (se Deus quiser, novamente!)
Trabalhar como Au Pair parece fácil, mas nem sempre é. Tem que ter paciência, muuuita (e olha que eu amo crianças, mas eles podem ser bem estressantes). Além disso, você ganha uma família que não é a sua, o que pode ser complicado, às vezes. Cada família que eu trabalhei era bem diferente da outra e eu aprendi muito em todas elas. Acho que vou ser uma mãe muito melhor e lição quatro: nunca mimar meus filhos!
Como Au Pair, tenho direito a estudar um idioma e não poderia ser outro que não o francês. Eu amo essa língua e sempre morri de vontade de aprender. Sem contar que é o idioma da minha mãe e da minha segunda nacionalidade. Aprender francês tem sido um desafio, mas é uma delícia. Quando cheguei aqui não sabia falar uma palavra e agora já consigo conversar razoavelmente bem. Muito legal!
Além do trabalho como Au Pair, outros empregos foram surgindo. Há alguns meses estou trabalhando para uma revista brasileira na Bélgica, a ABClassificados. Quando a oportunidade surgiu, eu fiquei mega empolgada. Iria excercer minha profissão do jeito que mais quis desde que entrei na faculdade, em um impresso mensal. Mas já no primeiro mês, eu tive vontade de desistir. A dona da revista é de longe a chefe mais louca com quem já trabalhei. Pressão pouca é bobagem!!! Mas aí veio a quinta lição: dê tempo às pessoas e tenha paciência com elas. Elas podem se mostrar melhores do que você pensava. Apesar de todo o stress e de ter um modo de gerenciar que eu não concordo, perbeci que minha chefe é uma boa pessoa e que trabalhar com ela não precisa ser um pesadelo, basta entender que ela é assim e não levar as coisas pro lado pessoal. Manter a cabeça fria, abstrair os defeitos e focar nos pontos positivos sempre ajuda.
Por último, apesar de já estar mega-atarefada com meus empregos, resolvi realizar mais um dos grandes desejos da minha vida: fazer um trabalho voluntário. Estou ajudando na área de comunicação de uma ONG que dá suporte a outras ONGs de ajuda a crianças com Espinha Bífida e Hidrocefalia. Meu primeiro job é traduzir o site do inglês por português. Desafio para mim, mas ótimo para melhorar meu idioma. Última lição (pelo menos por enquanto): sempre arranjar tempo para fazer algo que me dá prazer e no qual eu acredite, a satisfação é enorme e compensa.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Disney Paris
I did wanted to go to Disney Paris, but for sure it wasn't my priority. I would go if I had the time and the money, but then, it came up a great opportunity that I couldn't refuse. And I'm glad I didn't. It was a great weekend. Excellent hotel (my first in Europe, by the way), cheap tickets for the parks, good restaurant and a walk in Paris by night as bonus. And very nice company, of course!
I just knew one of my traveler's company (who is the responsible that I am online now as he was the one that sold me my new netbook!, by the way), but as soon as I met the other two and my headache was gone, we got along very well. Olivier is very kind and keep you entertained all the time. Tania is funny and we laughed a lot watching the guys getting lost in the park. "Where is the North? I need my GPS to find the next attraction!"
We stayed at Marriott Village and we had a kind of house just for us: two flors, well decorated and very confortable. I loved it and the price was quite cheap. And there is a bus going straight from the hotel to the parks- it takes less than 10 mins. I totally recommend this hotel!
We stayed at Marriott Village and we had a kind of house just for us: two flors, well decorated and very confortable. I loved it and the price was quite cheap. And there is a bus going straight from the hotel to the parks- it takes less than 10 mins. I totally recommend this hotel!
The parks were very fun, although we can't compare it with Disney in Orlando. In Paris, it has less attractions, but the funniest ones are there. Actually, I liked the most the new park-Walt Disney Studios. There, there is the Hollywood Hotel Tower that is the best attraction ever!!! And it has some nice shows as well. I loved the Animagic and I'm still amazed with the visual effects from Cinemagic.
The both parks look great on Christimas time. It was so beautiful! And Paris as well!!! We went there to have a dinner and to check out how the Champs-Élysées looked like. Amazing! I love so much this city! It feels so good to be somewhere that you dreamed your whole life to be. :)
P.S: Totally coincidence, all my sisters were also in Disney at the same weekend. Unfortunately, very far for me, in US. But I kept thinking about them and wondering what would they be doing at the time. I also remembered a lot my first time in Disney, when I went to Orlando with Taninha, Didy e Marcelo. It was so cool! I miss my sisters very hard, and I have to admit that I miss Marcelo as well.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Look right
A foto é de um cruzamento em Londres que lembra aos pedestres que na Inglaterra o trânsito gira no lado contrário. Mas nada pode descrever melhor minha segunda viagem à capital inglesa do que essas duas palavras.
As duas semanas entre minha volta de Genebra e minha ida à Londres foram, talvez, as mais complicadas desde que cheguei à Europa. Estava começando dois empregos novos - ambos com mt preocupação e incerteza-, meu computador quebrou no momento que eu mais precisava dele e, para melhorar, brigas familiares do meio de tudo isso.
Estava ansiosa para que Londres chegasse logo porque eu sabia que quando voltasse de lá minha vida retornaria ao normal.
Por isso, foi só no trem de Bruxelas para Londres que me dei conta do privilégio que estava tendo: indo à Londres pela segunda vez em pouco mais de um mês, uma semana inteira para aproveitar e, novamente, na companhia de uma amiga querida (senti falta da Tati e lembrei dela toda hora, mas fiquei mt feliz de viajar de novo com a Ana).
Foi um fim de semana gostoso, divertido, passeamos tranquilamente, tivemos ótimas conversas, comemos bem... A Ana e o Alex (nosso host super atencioso e prestativo) foram excelentes companhias nessa viagem a passeio/trabalho. Acalmaram-me, me deram conselhos e me ajudaram um monte a finalizar um trabalho de um dos meus empregos novos. Em pleno sábado à noite!!! Em Londres!!! Muito obrigada!!!
Durante a semana, com minha família nova, tive tempo para conhecer Londres de uma maneira diferente. E para pensar. Em muitas coisas. Em tudo que vivi desde que cheguei à Europa, os lugares incríveis que conheci, as pessoas, as conversas, as oportunidades que tenho tido, as mudanças... ao redor de mim e em mim. Não que eu tenha mudado nesta semana que passei em Londres, mas foi alí que percebi como eu penso a vida de uma maneira diferente hoje em dia.
E como é preciso olhar direito para todas as oportunidades/desafios/problemas/mudanças que a vida nos traz...
Look right!
PS: Eu amo o outono em Londres!
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Primeiro mundo: a gente vê por aqui!
Minha vida está uma correria só, mas antes da minha próxima viagem (amanhã estou indo passar uma semana em Londres!) preciso escrever sobre Genebra. Como sempre, viajei sem muito planejamento e, para falar a verdade, sem grandes expectativas.
É Suiça, é chique, é primeiro mundo, é caro. Era tudo o que eu sabia.
Nos primeiros momentos, me iludi e pensei que nem fosse tão caro assim. O vôo foi razoalvelmente barato, se levarmos em conta que comprei em cima da hora, e os pontos turísticos são gratuitos ou a preços muito baixos. Para melhorar, o Franco Suíço vale menos que o Euro. Parecia bom demais para ser verdade. E era. Até consegui comprar uma blusinha baratíssima na primeira loja que entrei, mas parou por aí. Todo o resto era um absurdo de caro. Roupas, sapatos, comida, bebida, transporte...
Minha sorte é que existe Couchsurfing. E minha sorte maior ainda é que Deus sempre me abençoa na escolha dos meus hosts. Isso sempre foi claro para mim, mas em Genebra ficou ainda mais evidente. Toda vez que procuro um couch, peço, em oração ou pensamento, que Deus me ajude a encontrar uma casa segura. Até agora, muito mais que isso, conheci várias pessoas bacanas.
Mas, dessa vez, eu tinha pedido um pouquinho mais. Minha principal motivação para ir à Genebra era um concerto da minha igreja com vários cantores que eu gosto, o principal deles, Leonardo Gonçalves. Sendo assim, queria passar um fim de semana tranquilo, sem badalação, e, para isso, precisava de um host que não vivesse de festas e baladas. Como de costume, enviei o "couchrequest" para vários perfis, mas tinha o meu preferido. Um rapaz que parecia perfeito para o que eu queria. O único problema é que dificilmente você é aceito por sua primeira opção. Eu nunca tinha sido, mas em Genebra, eu fui! Fiquei muito feliz quando o Christoph aceitou meu pedido e mais feliz ainda quando nos conhecemos.
Além de ser super inteligente, ele adora discutir e seu assunto predileto é, justamente, religião. Nem preciso dizer mais nada, né? Logo eu, que já nem gosto de um debate! hehehe
Passamos o fim de semana inteiro argumentando sobre todos os assuntos possíveis e, no fim das contas, ele foi ao evento da igreja comigo. E totalmente por iniciativa dele, porque eu demorei para convidá-lo e só fiz depois que ele disse que estava curioso para saber como era.
Além de tudo, ele cozinhou todos os dias para mim, o que me fez economizar rios de dinheiro nessa cidade absurdamente cara. Os meus pratos preferidos foram foundeau de queijo suíço (mt chique!) e a típica batata rostie com champignon; maravilhosa!
Com tudo isso, impossível não gostar da viagem. Genebra não tem nenhum monumento de tirar o fôlego, mas, no conjunto geral, é linda, charmosa, cheia de verde e com o Lago Lémam, os alpes e o Mont Blanc no fundo que completam a paissagem. (Apesar de que, só consegui ver o Mont Blanc uma vezinha, no caminho para o show). Além do mais, é limpa, super organizada e o povo é gentil. Primeiro mundo mesmo. Eu moraria fácil!
Como turista, destaque para o prédio da ONU. Adorei conhecer uma das sedes de um dos órgãos mais poderosos do mundo. E... que venha Londres, de novo!!!
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Un week-end en français
O outono chegou com jeitão de verão na Bélgica. Inacreditável o calor! As últimas semanas foram lindas. Temos que aproveitar antes que o inverno chegue! Minha programação de sábado à noite era trabalhar, mas como meu baby-sitter foi cancelado de última hora, resolvi aceitar o convite de um amigo e ir na Nuit Blanche. Eu não tinha a menor idéia do que seria, só tinha ouvido que os bares ficariam abertos a noite inteira e teriam shows no centro de Bruxelas. Para minha surpresa, foi bem melhor do que eu pensava. A cidade estava cheia e tinham vários programas interessantes. Fomos em um que o lema era "Dare to Fail". Pintaram nossos rostos, gritamos, "skiamos" e atiramos na nossa porcelana para nos libertar de todas as obrigações exigidas pela sociedade. Uma bobagem, mas muito divertido! Tudo bem que entregar um papel no final dizendo que "Failure is your future" foi demais! hahaha
Sobretudo, gostei do clima de paz da Nuit Blanche. Todo mundo de boa andando nas ruas, sem confusões, sem inconvenientes.
No domingo, eu e Ana fomos visitar Namur. Enquanto a gente não faz nossa próxima viagem internacional juntas (Londres, se Deus quiser! hahaha), resolvemos conhecer a Bélgica. Desta vez, uma cidade francofônica, pela primeira vez! :D
Namur é bonitinha, agradável, mas confesso que não se compara as cidades flamãs Brugge e Ghent. De tudo, o que eu achei mais legal foi uma "fábrica" de perfumes na subida do forte. O visual era lindo, o aroma maravilhoso e o alquimista-perfumista uma graça, um velinho super simpático. Adorei!
Mas, mais uma vez, bom mesmo foi a companhia. Todo mineiro que eu conheço é super gente boa e a Ana não foge a regra. E pra melhorar, um outro brasileiro, o Neto, se ofereceu para ser nosso guia em Namur e foi uma delícia. Falamos português o dia inteiro, rimos das nossas traduções inglês/francês/holandês, reclamos do calor (carioca, mineira e paraíbano?) e morremos de saudade da comida brasileira. Nosso próximo encontro terá Cuscuz e Tutu! :P
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Let it be
A programação de Londres era extensa e o tempo, curto. Nosso roteiro era cronometrado minuto-a-minuto, mas é claro que não funcionou. Tudo que podia dar errado deu e mesmo assim tive uma das melhores viagens da minha vida.
Londres é incrível! Tudo é tão lindo e diferente: os carros na contramão, os ônibus de dois andares, a arquitetura das casas, os castelos, o sotaque... dá saudade só de lembrar...
É até difícil dizer do que eu mais gostei! Tive o privilégio de visitar o Palácio de Buckingham por dentro. Só fica aberto dois meses por ano e a gente conseguiu entrar. É lindo!!! (Pena que não pode tirar fotos.) Vimos o vestido de casamento da Kate! Muuuito perfeito! Cada detalhe estrategicamente planejado. E é impressionante como ela e o William viraram ícones da Inglaterra. Há souvenirs com a foto dos dois por todos lado.
E por falar em lembrancinhas, a feirinha da Nothing Hill é ótima para isso. Aliás, para todos os tipos de compras. É enorme e super baratinha. Você acha de tudo. Antiguidades, roupas, acessórios, comida... é pra passar horas se deliciando.
E não posso deixar de falar da Primark: uma loja de departamento baratíssima e com roupas super legais, diferentes. Saímos todas cheias de sacolas. Pena que elas eram de papelão e choveu, então... enfim... deixa pra lá! hahaha
Aliás, acho que o melhor de Londres foi mesmo a companhia. Fazer novos amigos é muito bom, mas reencontrar velhos amigos não tem preço. Rever a Tati e passear com ela na Europa foi tudo de bom. Rimos o tempo todo! E ela ainda veio acompanhada da Carol, uma fofa, divertida, inteligente. Adorei!
Aliás, os ingleses me conquistaram. Extremamente educados e simpáticos.
Poderia escrever ainda muito mais sobre Londres: Canden Town, Coven Garden, o estádio do Chelsea, os museus!!! Um fim de semana é pouco e um post no blog também! hehehe
Tenho que voltar lá urgente e, então, conto com mais detalhes tudo de bom que essa cidade apaixonante tem para oferecer. E só não digo que Londres foi perfeito porque senti muuita falta da minha irmã Didy! Next time... for sure! :D
Só um conselho: não se preocupe em fazer tudo dentro do roteiro, just let it be...
English version:
The list of things to do in London was huge and the time, short. Our tour schedule was counting minute by minute, but it didn´t work, of course. Everything that could get wrong, got it, and even though I had one of best trips ever.
London is incredible! Everything is so pretty and different: the cars in the opposite side, the double decker buses, the house´s architecture, the castles, the accent… I already miss it!
It´s difficult to say what I liked the most. I had the privilege to visit the Buckingham Palace inside. It´s open just two months per year and we could get in. It´s so beautiful! It´s just a pit that we can´t take pictures. We saw Kate´s wedding dress! It´s just perfect. It´s wonderful how she and William became so popular in England. There are souvenirs with their picture everywhere.
And about souvenir, the Nothing Hilll fair is great for that. By the way, for all kind of shopping. It´s huge and very cheap. You can find everything: antiques, clothes, accessories, food… you can spend long hours there.
I also need to tell about Primark: a big department store with cheap and cool clothes. We all left there full of bags. It´s just a pity that they were paper bags and it rained, so… well, never mind… hahaha
Actually, I think that the best in London was my traveling companion. To make new friends is very nice, but to meet old friends it´s incomparable. To see with Tati and to travel with her around Europe was so nice! We laugh all the time. And she came together with Carol, such nice girl, funny, intelligent. I loved it!
To get even better, my host was excelent. Super kind, careful, helpful, he was with us all the time and helped us a lot. And even took us to a very fancy bar. J
By the way, the english people gained my heart. Totally polite and friendly.
I could still write a lot about London: Canden Town, Coven Garden, Chelsea´s football stadium, the museums!!! One weekend is too short and one post either. I have to go back there urgently and, then, I can tell even more about this lovely city. I just can´t say that London was perfect because I missed my sister Didy hard. Next time... for sure! :D
Just an advice: don´t worry to do everything as planned, just let it be... :)
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