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terça-feira, 19 de julho de 2011

Ghent Festival 2011


Essa semana acontece uma das festas mais famosas da Bélgica, o Ghent Festival. Já na 168° edição, são 10 dias com atrações de música, teatro, cinema, esporte e tudo mais que se tem direito. Os shows acontecem das 10h às 03h sem parar! E depois ainda falam que brasileiro que não trabalha! :P

Eu e a máfia das Au Pairs brasileiras fomos conferir a programação no último sábado, mas confesso que foi estilo... cilada! OK, a culpa não foi do Festival, mas do clima da Bélgica que nunca colabora! Choveu o dia inteiro e como os palcos são ao ar livre nem deu para curtir muito, mas até que foi divertido!


Embora não possa fazer muita propaganda do Festival por conta da chuva, Ghent, porém, é uma cidade que vale a pena conhecer. É super charmosa e, por ser uma cidade universitária, é cheia de jovens e diz a lenda que bem agitada. Já reparei que entre os belgas, ela faz muito sucesso, já ouvi muitos dizerem que é a cidade mais bonita do país. Eu gosto, mas ainda prefiro Brugge! :)

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Aniversário, Brugge e mais...



Embora um pouco diferente, meu aniversário europeu foi muito bem comemorado. No sábado, eu saí para jogar boliche e jantar com meu tio e família. Foi muito divertido! E nem joguei tão mal assim! hehehe

Na terça de manhã, as crianças cantaram "Parabéns pra você" em PORTUGUÊS para mim (muito fofas) e eu passei a tarde com uma amigona minha do Brasil. À noite, a família fez um jantar especial para mim! :D Foi muito legal!

E também como comemoração do meu niver, no domingo eu visitei Brugge. Conhecida como "Veneza de Bruxelas", a boa fama da cidade é totalmente merecida. Uma vila milenar, da época medieval, com igrejas lindas, canais, lagos... Um charme! Para quem está pela Bélgica, imperdível!



O passeio de barco pelos canais vale muito a pena. É meio carinho (7,50E por 30 min), mas é uma boa maneira de conhecer bastante a cidade sem ter que andar muito.

 


Pequeno testemunho: eu totalmente acredito que Deus faz milagres diariamente em nossas vidas, mas nem sempre nós percebemos. Mas ontem Ele me providenciou um livramento que tenho que testemunhar. Quem me conhece, sabe que sou mega-distraída e sempre esqueço as coisas. Ontem, como de costume, levei as crianças para escola, fui para meu curso de francês e depois voltei direto para escola para buscá-las. Quando finalmente voltamos para casa, me dei conta que estava sem minha chave. Só tinha um detalhe: a mãe está na França e o pai tinha viajado para a Islândia. Ele saiu depois de mim e óbviamente trancou a porta. Sem nenhuma chave extra, tivemos que invadir o jardim do vizinho para pular para o nosso jardim que fica na parte de trás da casa. De lá, tínhamos pelo menos 3 portas que dão acesso ao interior da casa. Mas como a lei de Murph nunca falha, todas as portas e  janelas estavam trancadas. Nenhum dos pais atendia o telefone e eu não sabia o que era pior. Estava morrendo de vergonha de contar para eles a confusão que tinha arrumado. Obviamente, desde o começo, já estava orando silenciosamente para que Deus providenciasse uma solução, porque não sabia o que fazer. Já estávamos há mais de uma hora naquela situação, quando a menina lembrou de um buraco na parede que estava tampado há anos, mas que se conseguíssemos tirar as pedras da frente, ele daria acesso a um subsótão de onde teria um acesso para o interior da casa. O detalhe é que ela só tinha visto esse buraco uma vez há mais de 6 anos e não tinha muita certeza de onde ele iria nos levar. Mas como não tinha outra opção, pulei no buraco cheio de teia de aranha e nem quero pensar o que mais podia ter lá. As crianças estavam certas. Consegui entrar na casa e abrir a porta traseira para elas entrarem. Estávamos são e salvos. Quando entramos, fiz novamente minha oração silenciosa de agradecimento a Deus por ter providenciado uma solução e dessa vez as crianças me perguntaram o que eu estava fazendo e eu expliquei. A menina, então, falou: “eu não acredito eu Deus, mas isso foi verdade. Eu vi você orando antes pedindo ajuda e Deus realmente nos ajudou, porque eu jamais teria lembrado desse buraco que eu vi quando eu tinha cinco anos (hoje ela tem 11). Dessa vez, eu também vou orar para agradecer a Deus”.