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sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Partes do Rio I: Botafogo


O Rio de Janeiro é muito grande, diverso, plural e desigual. Resumi-lo em um post é quase impossível. Talvez por isso tenha demorado tanto para me arriscar a escrever sobre essa cidade por aqui (embora tenha feito uma prévia no blog da Ana). Resolvi, então, simplificar e ir por partes. A primeira, meu atual bairro de residência: Botafogo.
Confesso que quando soube que me mudaria para cá, não fiquei nem um pouco satisfeita. Amo Niterói e não queria deixar minha cidade por nada. Além disso, sempre disse que se fosse para morar no Rio teria que ser em Ipanema ou Leblon. Nada menos que isso. Mas, como a realidade nem sempre condiz com nossos caprichos, tive mesmo que vir parar em Botafogo. Comecei com o pé esquerdo: com uma semana fui assaltada caminhando na Enseada, perdi meu Ipod Touch e ainda tomei um soco. Passado o susto, fui conquistada.  Eis os motivos:
1-  Praticidade: 20 minutos de metrô até o centro, 15 min. de metrô ou 30 min. de bike até meu antigo trabalho na Glória, meia-hora de ônibus ou de bike até meu atual emprego na Gávea. E não menos importante que isso: 15 min. de metrô até a praia de Ipanema (temporariamente interrompido pelas obras), 15 min. de bus até o Jardim Botânico e a Lagoa. Não dá para reclamar, né? Sem contar que tem ônibus direto para tudo quanto é canto, inclusive para Nikity.
 
2-   Grupo Estação: parece bobeira, mas um dos maiores motivos de minha alegria de morar em Botafogo é estar na esquina dos cinemas do Estação. Sério, é muito bom ter dois cinemas de rua com uma programação tão bacana a poucos metros da sua casa. Acho o máximo assistir os filmes diferenciados, não precisar enfrentar um shopping e ainda ter cafeteria, locadora e uma livraria deliciosa. Da até para curtir um filminho durante a semana atarefada. E ainda tem o Itau Arplex, na praia.
3-   Enseada: apesar de ter sido assaltada por lá, acho uma delícia caminhar por essa orla. É uma das vistas mais lindas do Rio. De um lado, o Pão de Açúcar e do outro, o Cristo Redentor. Toda vez que passo por lá me lembro o quanto sou privilegiada. (É exatamente o mesmo sentimento que tinha quando caminhava no parque Cinquantenaire em Bruxelas).

4 - Happy Hour: não que eu seja frequentadora assídua de noitadas e afins, mas gosto do clima de Happy Hour dos barzinhos em Botafogo, a concentração perto da estação de metrô, na Voluntários, na esquina do Botafogo Praia Shopping. Acho bem gostoso ter uma opção de saidinha assim tão pertinho de casa.
5 - Minha vizinhança: a Tati, o consultório adventista Silvestre - onde minha irmã trabalha -, a IASD de Botafogo.
O que não gosto: da violência, talvez pelo susto que tomei assim que cheguei, mas também pelos moradores de rua, pela escuridão da orla e da passagem subterrânea à noite. Acho também que falta uma cafeteria bem gostosa (só tem a de dentro do cinema).

terça-feira, 7 de junho de 2011

Toque brasileiro na Alemanha

Brasileiro é que nem praga, está em todos os lugares. Disso eu sempre soube. Mas acabei de constatar que brasileiros adventistas também estão espalhados por todos os cantos. Esse fim de semana, participei de um retiro espiritual de todas as IASD de língua portuguesa na europa, realizado na Alemanha. Foi excelente! É muito legal ver que mesmo longe das bases familiares e do país materno as pessoas continuam guardando sua fé e levando a outros a mensagem de esperança. Eu ainda não o conhecia, mas o Pr. Ronaldo de Oliveira é ótimo! Uma linguagem fácil, divertida e assuntos muito interessantes. A experiência dele quando foi sequestrado por guerrilheiros na Angola é impressionante.


Mas agora vamos falar um pouco da Alemanha... o retiro foi no interior, numa região chamada Geseke. Muito verde, natureza, lindo. Confesso que me surpreendeu. Eu jamais esperava encontrar essa paissagem na Alemanha. E os dias estavam lindos. Muito sol e calor.


Passeamos também por uma cidadezinha perto dali (que eu esqueci o nome) e por Colônia. Como sempre, o ponto turístico principal era uma igreja: a Catedral de Colônia. Enorme, gótica, linda e entrada franca. De resto, não tem muito mais para ver... restaurantes, barzinhos, lojas, o de sempre. Confesso que fiquei mais encantada com o interior, os campos são lindos e a cidade que visitamos uma gracinha, aquelas casinhas bem típicas, eu adorei.


Esse casal eu achei a coisa mais fofa do mundo. Dois velhinhos passeando de bicicleta e todo arrumadinhos. Muito bonitinhos! Aliás, vi bastante gente passeando de bike por lá. Infelizmente, as fotos de Colônia ficaram na máquina da minha amiga e ainda não chegaram às minhas mãos...